Disforme
                                             Heterofobia

Lembra-se  de Niki Lauda, tricampeão mundial de Fórmula 1? Nem ele conseguiu  escapar da fúria dos caçadores de homofóbicos, na Áustria! Segundo o  jornal inglês The Guardian, o ex-piloto foi acusado de homofobia,  recentemente, depois de ter criticado uma dança entre dois homens no  quadro “Dança das Estrelas”, da TV austríaca ORF.Em entrevista ao diário local Österreich,  Lauda disse que não gostaria de explicar a seu pequeno filho por que  dois homens estavam dançando juntos no horário nobre. “Há algumas boas  tradições na nossa cultura. Uma delas é que homem não dança com homem.  Em breve chegaremos ao estágio em que teremos que pedir desculpas  publicamente por sermos heterossexuais”. A declaração do ex-piloto enfureceu o grupo de direitos gays de Viena,  que respondeu: “Estamos realmente chocados e muito surpresos que o  senhor Lauda tenha tanto preconceito contra os homossexuais para fazer  esse ataque injustificado”. Pessoas que têm coragem de opinar sobre a homossexualidade, como Niki  Lauda, vêm sendo duramente atacadas por grupos gays, na atualidade. Para  estes, uma simples opinião contrária à sua “diferente forma de amar” já  denota crime de discriminação e preconceito de sexo, de orientação  sexual e de identidade de gênero.No  Brasil, tenho visto grupos de homossexuais e simpatizantes utilizarem o  slogan: “Homofobia é crime”. Eles o empregam para influenciar a opinião  pública, aproveitando-se também dos casos recentes de homossexuais que  foram agredidos física e verbalmente por pessoas desequilibradas e  maldosas. Mas não estariam certos grupos homossexuais, ao combaterem o  que chamam de homofobia, respondendo de modo desproporcional às críticas  e adotando um comportamento heterofóbico?Há  homossexuais que têm nojo dos heterossexuais e até os agridem  verbalmente, sem nenhum constrangimento, como têm feito o astro Ricky  Martin. Já pensou se houvesse grupos heterossexuais que resolvessem  exigir que ele se retratasse publicamente? E, se os evangélicos,  frequentemente taxados de homofóbicos, resolvessem lançar a campanha:  “Heterofobia é crime”? Afinal, se existe a homofobia, também há a  heterofobia — termo que identifica o ódio, a aversão ou a discriminação  de uma pessoa contra heterossexuais e, consequentemente, contra a  heterossexualidade, e que pode incluir formas sutis, silenciosas e  insidiosas de preconceito.Talvez  seja interessante as emissoras de TV, as rádios, os jornais e revistas  católicos romanos e evangélicos, que primam pelos valores familiares  esposados na Bíblia Sagrada, começarem a combater a heterofobia. Isso  poderá evitar que esse comportamento hostil e reprovável contra os  heterossexuais se propague ainda mais. Muitos evangélicos têm reclamado que a Rede Globo e outras emissoras  defendem abertamente a homossexualidade, taxando os contrários a esse  comportamento de homofóbicos. Entretanto, tais emissoras estão  defendendo os ideais que consideram nobres. Se elas acham legítimo  combater a homofobia (ou qualquer opinião contrária ao homossexualismo),  é um direito que lhes assiste fazer isso. Por outro lado, por que a Rede Record — emissora pretensamente cristã ou  comandada por líderes supostamente evangélicos — não produz novelas  contrárias ao comportamento heterofóbico? Por que os programas  evangélicos de TV e a imprensa cristã não lançam uma campanha contra a  heterofobia?Ciro Sanches Zibordi

                                             Heterofobia

Lembra-se de Niki Lauda, tricampeão mundial de Fórmula 1? Nem ele conseguiu escapar da fúria dos caçadores de homofóbicos, na Áustria! Segundo o jornal inglês The Guardian, o ex-piloto foi acusado de homofobia, recentemente, depois de ter criticado uma dança entre dois homens no quadro “Dança das Estrelas”, da TV austríaca ORF.
Em entrevista ao diário local Österreich, Lauda disse que não gostaria de explicar a seu pequeno filho por que dois homens estavam dançando juntos no horário nobre. “Há algumas boas tradições na nossa cultura. Uma delas é que homem não dança com homem. Em breve chegaremos ao estágio em que teremos que pedir desculpas publicamente por sermos heterossexuais”.

A declaração do ex-piloto enfureceu o grupo de direitos gays de Viena, que respondeu: “Estamos realmente chocados e muito surpresos que o senhor Lauda tenha tanto preconceito contra os homossexuais para fazer esse ataque injustificado”.

Pessoas que têm coragem de opinar sobre a homossexualidade, como Niki Lauda, vêm sendo duramente atacadas por grupos gays, na atualidade. Para estes, uma simples opinião contrária à sua “diferente forma de amar” já denota crime de discriminação e preconceito de sexo, de orientação sexual e de identidade de gênero.

No Brasil, tenho visto grupos de homossexuais e simpatizantes utilizarem o slogan: “Homofobia é crime”. Eles o empregam para influenciar a opinião pública, aproveitando-se também dos casos recentes de homossexuais que foram agredidos física e verbalmente por pessoas desequilibradas e maldosas. Mas não estariam certos grupos homossexuais, ao combaterem o que chamam de homofobia, respondendo de modo desproporcional às críticas e adotando um comportamento heterofóbico?
Há homossexuais que têm nojo dos heterossexuais e até os agridem verbalmente, sem nenhum constrangimento, como têm feito o astro Ricky Martin. Já pensou se houvesse grupos heterossexuais que resolvessem exigir que ele se retratasse publicamente? E, se os evangélicos, frequentemente taxados de homofóbicos, resolvessem lançar a campanha: “Heterofobia é crime”? Afinal, se existe a homofobia, também há a heterofobia — termo que identifica o ódio, a aversão ou a discriminação de uma pessoa contra heterossexuais e, consequentemente, contra a heterossexualidade, e que pode incluir formas sutis, silenciosas e insidiosas de preconceito.
Talvez seja interessante as emissoras de TV, as rádios, os jornais e revistas católicos romanos e evangélicos, que primam pelos valores familiares esposados na Bíblia Sagrada, começarem a combater a heterofobia. Isso poderá evitar que esse comportamento hostil e reprovável contra os heterossexuais se propague ainda mais.

Muitos evangélicos têm reclamado que a Rede Globo e outras emissoras defendem abertamente a homossexualidade, taxando os contrários a esse comportamento de homofóbicos. Entretanto, tais emissoras estão defendendo os ideais que consideram nobres. Se elas acham legítimo combater a homofobia (ou qualquer opinião contrária ao homossexualismo), é um direito que lhes assiste fazer isso.

Por outro lado, por que a Rede Record — emissora pretensamente cristã ou comandada por líderes supostamente evangélicos — não produz novelas contrárias ao comportamento heterofóbico? Por que os programas evangélicos de TV e a imprensa cristã não lançam uma campanha contra a heterofobia?

Ciro Sanches Zibordi

                                                 Homofobia?

Ultimamente na sociedade brasileira está em pauta a discussão sobre “homofobia”. Termo esse que até uns anos atrás não existia, depois poucos sabiam o que significava e agora com a mídia bombardeando o cidadão com essa tal “homofobia”, é mais fácil encontrar uma pessoa que saiba o significado da mesma do que saber quem descobriu a América.

A homofobia é a única das fobias que é tratada com cadeia e não com um tratamento psicológico ou químico.  Sim, é um termo errôneo que a sociedade aceita sem contestar.

Mas, então, essa tal homofobia, existe? Vejamos:
“No Brasil, entre 1985 e 2005, ocorreram aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.
Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.

Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.
Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)

Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”? A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço. No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos? Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos. Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição.

Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional - se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.

Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe. Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento,  protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.
A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam - e com muita justiça - presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo. Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.” (Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil – MSM)

Como vimos à homofobia não existe. Não passa de manipulação para conseguir diretos inconstitucionais como a lei anti-homofobia, que fere a liberdade de expressão e cria cidadãos VIP na sociedade brasileira. E quem ousar ter uma opinião contra o movimento LGBT é taxado como “homofóbico”, o direito de ter uma opinião sobre a homossexualidade é proibido se não for favorável.

Um caso recente que virou polêmica na mídia brasileira é o do deputado Bolsonaro ao responder umas perguntas no quadro “O Povo Quer Saber” do programa CQC, na Band.
Bolsonaro tinha dito que era contra cotas raciais e se atrapalhou numa pergunta inadequada de Preta Gil e foi chamado de racista. Ao ser perguntado sobre sua opinião em relação aos homossexuais, expressou sua opinião como todo cidadão brasileiro que tem esse direito garantido pela constituição federal, e foi chamado de “homofóbico”.

A sociedade sem fazer uma analise crítica da situação e pensar por si próprio, foi na onda da mídia e propagandeou a tese de que o mesmo era racista e homofóbico. Nada de diferente se considerar que esses grupos LGBT gostam de polêmicas e acusações infundadas para ganhar força na sociedade.
Quando alguém é contra a lei anti-homofobia e o kit-gay para escolas, qual o “argumento” que o movimento LGBT e as pessoas favoráveis usam? Dizem que são reacionários, conservadores e religiosos fundamentalistas. Agora eu pergunto, isso é argumento? Claro que não, porque não contra por o argumento do tal reacionário? Simplesmente porque contra fatos não há argumentos.
Sobre o kit-gay, isso é o que é mais fantástico no Brasil. Primeiro, se os vídeos divulgados até agora são realmente desse tal kit do MEC, nota-se que de forma alguma é a maneira adequada de tratar esse assunto. Alguns vídeos, falam até em como ser gay e bom e que vantagens a pessoa ganharia com isso. Outros levam a dúvida ainda mais em uma criança que não tem suia personalidade formando e pode confundir as coisas.
Dizer que esse material não irá influenciar nenhuma criança para entrar no mundo homossexual ou ao menos experimentar o mesmo, é ser desonesto e irresponsável.
No Brasil, eles tratam isso como se fosse normal. Não há um consenso e ainda não se encontrou a resposta para a homossexualidade, tanto na genética quanto na psicologia, a comunidade cientifica internacional  ainda não encontrou uma resposta. Mas no Brasil é diferente, de forma irresponsável o MEC e grupos LGBTs encontram a resposta, a qual é favorável aos interesses dos mesmos, é claro. Por que eles não fazem um trabalho cientifico dessa surpreendente descoberta e o divulga no exterior?


Você deve estar se perguntando, mas o porquê de tudo isso e porque o governo está apoiando?
Bom, podemos levantar diversas hipóteses, como a subversão soviética, por exemplo. É uma forma de criar um estado opressor e totalitário. A sociedade está criando um estado paterno, onde o mesmo interfere na educação familiar, se deixando cair na onda do politicamente correto sem perceber que isso é uma forma de opressão. A sociologia, a história e a geografia estão aí para ser estudadas em âmbito social. Tudo leva para essa direção. Hoje em dia os “intelectuais” brasileiros descrevem a sociedade atual e seus movimentos com puras demagogias e com uma mensagem romantizada da mesma e de novos termos errôneos criadas para dar esse ar de suavidade e romance a tais atos, como a “homoafetividade”, que se fossemos utilizar esse termo de forma correta seria o afeto/carinho e amor entre pai e filho.

Eu prefiro não me enganar, busco a verdade ou o mais próximo que posso encontrar da verdade.
Em tempo: finalizo com uma famosa frase de Voltaire: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”

                                                 Homofobia?

Ultimamente na sociedade brasileira está em pauta a discussão sobre “homofobia”. Termo esse que até uns anos atrás não existia, depois poucos sabiam o que significava e agora com a mídia bombardeando o cidadão com essa tal “homofobia”, é mais fácil encontrar uma pessoa que saiba o significado da mesma do que saber quem descobriu a América.

A homofobia é a única das fobias que é tratada com cadeia e não com um tratamento psicológico ou químico.  Sim, é um termo errôneo que a sociedade aceita sem contestar.

Mas, então, essa tal homofobia, existe? Vejamos:

“No Brasil, entre 1985 e 2005, ocorreram aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.

Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.

Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.

Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.

A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)

Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?

A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.

No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?

Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.

Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição.

Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional - se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.

Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe. Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento,  protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.

A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam - e com muita justiça - presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo.

Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.” (Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil – MSM)

Como vimos à homofobia não existe. Não passa de manipulação para conseguir diretos inconstitucionais como a lei anti-homofobia, que fere a liberdade de expressão e cria cidadãos VIP na sociedade brasileira. E quem ousar ter uma opinião contra o movimento LGBT é taxado como “homofóbico”, o direito de ter uma opinião sobre a homossexualidade é proibido se não for favorável.

Um caso recente que virou polêmica na mídia brasileira é o do deputado Bolsonaro ao responder umas perguntas no quadro “O Povo Quer Saber” do programa CQC, na Band.

Bolsonaro tinha dito que era contra cotas raciais e se atrapalhou numa pergunta inadequada de Preta Gil e foi chamado de racista. Ao ser perguntado sobre sua opinião em relação aos homossexuais, expressou sua opinião como todo cidadão brasileiro que tem esse direito garantido pela constituição federal, e foi chamado de “homofóbico”.

A sociedade sem fazer uma analise crítica da situação e pensar por si próprio, foi na onda da mídia e propagandeou a tese de que o mesmo era racista e homofóbico. Nada de diferente se considerar que esses grupos LGBT gostam de polêmicas e acusações infundadas para ganhar força na sociedade.

Quando alguém é contra a lei anti-homofobia e o kit-gay para escolas, qual o “argumento” que o movimento LGBT e as pessoas favoráveis usam? Dizem que são reacionários, conservadores e religiosos fundamentalistas. Agora eu pergunto, isso é argumento? Claro que não, porque não contra por o argumento do tal reacionário? Simplesmente porque contra fatos não há argumentos.

Sobre o kit-gay, isso é o que é mais fantástico no Brasil. Primeiro, se os vídeos divulgados até agora são realmente desse tal kit do MEC, nota-se que de forma alguma é a maneira adequada de tratar esse assunto. Alguns vídeos, falam até em como ser gay e bom e que vantagens a pessoa ganharia com isso. Outros levam a dúvida ainda mais em uma criança que não tem suia personalidade formando e pode confundir as coisas.

Dizer que esse material não irá influenciar nenhuma criança para entrar no mundo homossexual ou ao menos experimentar o mesmo, é ser desonesto e irresponsável.

No Brasil, eles tratam isso como se fosse normal. Não há um consenso e ainda não se encontrou a resposta para a homossexualidade, tanto na genética quanto na psicologia, a comunidade cientifica internacional  ainda não encontrou uma resposta. Mas no Brasil é diferente, de forma irresponsável o MEC e grupos LGBTs encontram a resposta, a qual é favorável aos interesses dos mesmos, é claro. Por que eles não fazem um trabalho cientifico dessa surpreendente descoberta e o divulga no exterior?

Você deve estar se perguntando, mas o porquê de tudo isso e porque o governo está apoiando?

Bom, podemos levantar diversas hipóteses, como a subversão soviética, por exemplo. É uma forma de criar um estado opressor e totalitário. A sociedade está criando um estado paterno, onde o mesmo interfere na educação familiar, se deixando cair na onda do politicamente correto sem perceber que isso é uma forma de opressão. A sociologia, a história e a geografia estão aí para ser estudadas em âmbito social. Tudo leva para essa direção. Hoje em dia os “intelectuais” brasileiros descrevem a sociedade atual e seus movimentos com puras demagogias e com uma mensagem romantizada da mesma e de novos termos errôneos criadas para dar esse ar de suavidade e romance a tais atos, como a “homoafetividade”, que se fossemos utilizar esse termo de forma correta seria o afeto/carinho e amor entre pai e filho.

Eu prefiro não me enganar, busco a verdade ou o mais próximo que posso encontrar da verdade.

Em tempo: finalizo com uma famosa frase de Voltaire: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”

Todos temos por onde sermos desprezíveis. Cada um de nós traz consigo um crime feito ou o crime que a alma lhe pede para fazer.
Fernando Pessoa (via cacawords)
Faz tempo que não posto nada aqui. Ultimamente ando sem tempo por causa da faculdade e pelo meu caso de amor-e-ódio com o computador. Se é que me entendem…
Quando resolvi criar um tumblr, eu tinha um projeto em mente de postar ao menos uma foto diária e fazer um comentário a respeito dela ou do meu dia, ainda quero fazer isso, mas devo calcular todas as variáveis, como conexão lenta oque pode me impossibilitar de fazer tal post diário, falta de tempo, preguiça ou meu sedentarismo.

Tendo em vista tudo isso provavelmente não verá post diário algum, mas tentarei fazer o possível, mas sempre estarei postando algo aqui, nem que for algo relacionado aos meus estudos e trabalhos acadêmicos. Então terá diversos assuntos relacionados a educação, Geografia, Psicologia entre outros.

Pensando bem, não vai ter post diário algum, quando acontecer algo que eu queria compartilhar, eu posto aqui, assim fica mais fácil, sem cobrança alguma. Nem sei porque escrevi tudo isso. :B

Faz tempo que não posto nada aqui. Ultimamente ando sem tempo por causa da faculdade e pelo meu caso de amor-e-ódio com o computador. Se é que me entendem…

Quando resolvi criar um tumblr, eu tinha um projeto em mente de postar ao menos uma foto diária e fazer um comentário a respeito dela ou do meu dia, ainda quero fazer isso, mas devo calcular todas as variáveis, como conexão lenta oque pode me impossibilitar de fazer tal post diário, falta de tempo, preguiça ou meu sedentarismo.

Tendo em vista tudo isso provavelmente não verá post diário algum, mas tentarei fazer o possível, mas sempre estarei postando algo aqui, nem que for algo relacionado aos meus estudos e trabalhos acadêmicos. Então terá diversos assuntos relacionados a educação, Geografia, Psicologia entre outros.

Pensando bem, não vai ter post diário algum, quando acontecer algo que eu queria compartilhar, eu posto aqui, assim fica mais fácil, sem cobrança alguma. Nem sei porque escrevi tudo isso. :B

Digimon - Brave Heart

“Vá em direção do amanhã
Proteja aqueles que você ama!
Você pode ficar mais forte!
Destrua seu lado fraco!
Derrube as barreiras que te bloqueiam!
O quente batimento do seu coração será sua arma!
Acredite em seu coração!”

Um dia você aprende que…

Depois de algum tempo você aprende a diferença,
a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se,
que companhia nem sempre significa segurança,
e começa a aprender que beijos não são contratos,
e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante,
com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança;
aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,
e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo,
e aprende que não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam…
aceita que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais,
e descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la,
e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida;
aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias,
e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida,
e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam;
percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa,
por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas;
pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar-se com os outros,
mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde se está indo,
mas se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve.
Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão,
e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute
quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se;
aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas
do que com quantos aniversários você celebrou;
aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha;
aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens;
poucas coisas são tão humilhantes… e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando se está com raiva se tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame
não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode,
pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém;
algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto,
plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores,
e você aprende que realmente pode suportar…
que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras
e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar,
se não fosse o medo de tentar.

William Shakespeare

Este é um vídeo que eu filmei de um dos momentos mais espetaculares da minha vida, o show do AC/DC em São Paulo, estádio do Morumbi, dia 27/11/2009. 70 mil pessoas, praticamente a população da cidade onde vivo, num show inesquecível! É a coisa mais valiosa na vida, Seus relacionamentos, as pessoas que conhece, lugares em que esteve, e experiências que teve.

“A vida”, essa imagem retrata bem ela.

A vida”, essa imagem retrata bem ela.