Homofobia?
Ultimamente na sociedade brasileira está em pauta a discussão sobre “homofobia”. Termo esse que até uns anos atrás não existia, depois poucos sabiam o que significava e agora com a mídia bombardeando o cidadão com essa tal “homofobia”, é mais fácil encontrar uma pessoa que saiba o significado da mesma do que saber quem descobriu a América.
A homofobia é a única das fobias que é tratada com cadeia e não com um tratamento psicológico ou químico. Sim, é um termo errôneo que a sociedade aceita sem contestar.
Mas, então, essa tal homofobia, existe? Vejamos:
“No Brasil, entre 1985 e 2005, ocorreram aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.
Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.
Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.
Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?
A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.
No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?
Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.
Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição.
Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional - se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.
Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe. Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.
A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam - e com muita justiça - presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo.
Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.” (Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil – MSM)
Como vimos à homofobia não existe. Não passa de manipulação para conseguir diretos inconstitucionais como a lei anti-homofobia, que fere a liberdade de expressão e cria cidadãos VIP na sociedade brasileira. E quem ousar ter uma opinião contra o movimento LGBT é taxado como “homofóbico”, o direito de ter uma opinião sobre a homossexualidade é proibido se não for favorável.
Um caso recente que virou polêmica na mídia brasileira é o do deputado Bolsonaro ao responder umas perguntas no quadro “O Povo Quer Saber” do programa CQC, na Band.
Bolsonaro tinha dito que era contra cotas raciais e se atrapalhou numa pergunta inadequada de Preta Gil e foi chamado de racista. Ao ser perguntado sobre sua opinião em relação aos homossexuais, expressou sua opinião como todo cidadão brasileiro que tem esse direito garantido pela constituição federal, e foi chamado de “homofóbico”.
A sociedade sem fazer uma analise crítica da situação e pensar por si próprio, foi na onda da mídia e propagandeou a tese de que o mesmo era racista e homofóbico. Nada de diferente se considerar que esses grupos LGBT gostam de polêmicas e acusações infundadas para ganhar força na sociedade.
Quando alguém é contra a lei anti-homofobia e o kit-gay para escolas, qual o “argumento” que o movimento LGBT e as pessoas favoráveis usam? Dizem que são reacionários, conservadores e religiosos fundamentalistas. Agora eu pergunto, isso é argumento? Claro que não, porque não contra por o argumento do tal reacionário? Simplesmente porque contra fatos não há argumentos.
Sobre o kit-gay, isso é o que é mais fantástico no Brasil. Primeiro, se os vídeos divulgados até agora são realmente desse tal kit do MEC, nota-se que de forma alguma é a maneira adequada de tratar esse assunto. Alguns vídeos, falam até em como ser gay e bom e que vantagens a pessoa ganharia com isso. Outros levam a dúvida ainda mais em uma criança que não tem suia personalidade formando e pode confundir as coisas.
Dizer que esse material não irá influenciar nenhuma criança para entrar no mundo homossexual ou ao menos experimentar o mesmo, é ser desonesto e irresponsável.
No Brasil, eles tratam isso como se fosse normal. Não há um consenso e ainda não se encontrou a resposta para a homossexualidade, tanto na genética quanto na psicologia, a comunidade cientifica internacional ainda não encontrou uma resposta. Mas no Brasil é diferente, de forma irresponsável o MEC e grupos LGBTs encontram a resposta, a qual é favorável aos interesses dos mesmos, é claro. Por que eles não fazem um trabalho cientifico dessa surpreendente descoberta e o divulga no exterior?
Você deve estar se perguntando, mas o porquê de tudo isso e porque o governo está apoiando?
Bom, podemos levantar diversas hipóteses, como a subversão soviética, por exemplo. É uma forma de criar um estado opressor e totalitário. A sociedade está criando um estado paterno, onde o mesmo interfere na educação familiar, se deixando cair na onda do politicamente correto sem perceber que isso é uma forma de opressão. A sociologia, a história e a geografia estão aí para ser estudadas em âmbito social. Tudo leva para essa direção. Hoje em dia os “intelectuais” brasileiros descrevem a sociedade atual e seus movimentos com puras demagogias e com uma mensagem romantizada da mesma e de novos termos errôneos criadas para dar esse ar de suavidade e romance a tais atos, como a “homoafetividade”, que se fossemos utilizar esse termo de forma correta seria o afeto/carinho e amor entre pai e filho.
Eu prefiro não me enganar, busco a verdade ou o mais próximo que posso encontrar da verdade.
Em tempo: finalizo com uma famosa frase de Voltaire: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”